Entrevista Excluvisa com a Filipa

No passado dia 18 de Abril de 2008, a Filipa concedeu uma extensa entrevista ao site, onde nos falou um pouco de si, da importância da música na sua vida, da passagem pela Operação Triunfo, e de muitos outros aspectos que poderão ler aqui na íntegra.

A entrevista pode ser comentada num tópico que foi criado no Fórum para esse efeito. Este pode ser consultado aqui.

  • A música sempre teve importância na tua vida. Em que altura começaste a cantar?

Filipa- Sempre me lembro de cantarolar. No primeiro concurso em que participei, tinha 4 anos, era uma festa de Carnaval para crianças e foi aí, na minha estreia em público, que ganhei o meu primeiro prémio, com a música dos Da Vinci – Conquistador.

  • Tens algum episódio especial desses tempos que nos queiras contar?

Filipa- De momento, não me estou a recordar assim de nenhum.

  • Quando é que te apercebeste de que querias seguir uma carreira na música?

Filipa- Acho que nunca tive verdadeiramente essa ambição. Em crianças, queremos ser muita coisa. Eu quis ser tantas que nem me lembro quais! Mas, penso que cantora nunca me passou pela ideia… Comecei a aprender música com 6 anos. O meu primeiro contacto, mais a sério, com o público, foi a tocar órgão numa apresentação da escola de música. Depois, ia participando nos concursos da escola e fiquei sempre bem classificada. Acho que uma coisa foi levando à outra! Fui explorando a minha voz, comecei a ser mais assídua em concursos de karaoke e o sonho foi criando raízes… ou asas, como lhe quiserem chamar. Eu prefiro considerar raízes, a ideia de asas lembra-me “quanto mais alto se sonha, maior pode ser a queda”… e as raízes crescem, a partir das raízes podes ir deixando crescer a tua árvore e nada como ter um tronco sólido!

  • A família sempre te apoiou nesse sonho?

Filipa- Sim, sempre foram comigo para todo o lado. Aliás, eu nem me lembro, mas, às vezes, contam-me que me punham em cima duma mesa e me mandavam cantar, e eu cantava! E as minhas primas, que tomavam conta de mim, muitas vezes, em pequenina, dizem que me pediam para cantar e eu punha-me a fazer vocalizes!

  • O que são vocalizes?

Filipa- É cantar sem articular as palavras. Um exemplo: “la la la la”. Não será a justificação mais correcta, mas (risos)…

  • Consideras importante o facto de teres feito Conservatório na adolescência?

Filipa- Eu comecei por aprender órgão aos 6 anos, mas, no ano seguinte, desisti, porque achava a professora má (risos). Entrei no Conservatório aos 12 anos, o que foi importante, porque conheci pessoas com os mesmos gostos que eu, fiz novos amigos, etc. Foi uma experiência que hoje sei que valeu a pena, apesar de ter muita pena de não ter continuado. Às vezes, quero lembrar-me de algo relacionado com a teoria, ou até mesmo sentar-me a um piano e tocar, e há coisas que já não me lembro, é um pouco frustrante… mas ajudou-me muito, sem dúvida! Ganhei capacidades que ficam para a vida e que ajudam muito no canto, em termos de improvisação, o treino de harmonias diferentes, etc.

  • Portanto, ganhaste muitas bases no Conservatório…

Filipa- Sim, muitas!

  • A partir dos 12 anos começaste a participar em diversos concursos de música, onde ganhaste vários prémios que certamente te deram mais força para continuar a cantar. Houve assim algum que te tenha dado um prazer especial vencer?

Filipa- Em 2002, o concurso de karaoke “Black Jack”, em parceria com a “Academia de Estrelas” (programa da TVI)! Ganhei um computador, uma aparelhagem, um leitor/gravador de CD’s… muito útil (risos)! E, depois, claro, em 2003, quando ganhei o concurso de fado de Lagoa, em que eu não estava com expectativas absolutamente nenhumas. Acho que aqueles prémios que têm mais sabor são os que, à partida, nós pensamos que não temos hipótese alguma de ficar entre os 3 primeiros! Não quer isto dizer que vá para os outros pensando ganhar (risos).

  • Que tipo de música costumas ouvir e que cantores / bandas mais te marcaram até hoje?

Filipa- Gosto de vários estilos. Tanto posso acordar com disposição para ouvir fado, como para ouvir rock, pop, lírico… enfim! Quanto aos artistas que gosto, tenho admiração pela voz da Whitney Houston! Nunca fui fã de nenhum artista, apenas gosto de vários. Penso que, para ser fã de alguém, há que conhecer, minimamente, não só o trabalho, como a pessoa também. E aí eu tenho um ídolo, alguém que me deixou apaixonada pela sua voz e maneira de ser… uma pessoa humilde, com um coração de ouro: Ricardo Soler! Às vezes, há pessoas que nós admiramos, mas que, depois, se tens a oportunidade de as conhecer, acabas por te desiludir, porque têm manias de vedeta ou algo do tipo, por isso, digo que sou fã do Ricardo, sei do que falo! (risos)

  • O que fazes nos tempos livres? Costumas ir a concertos ou discotecas?

Filipa- Uma vez que, de momento, só estou a fazer espectáculos, tenho tempo para dormir e descansar bem. De resto, gosto de ir ao cinema, estar no computador, passear, tirar fotografias a flores, bichinhos, etc. (risos).

  • Portanto, não costumas ir muito a discotecas e concertos…

Filipa- Discotecas não, e saídas à noite são poucas… apenas uma noite de karaoke com os amigos, de vez em quando. Agora já tenho uma coisa a meu favor, que é a nova lei do tabaco, mas antes era complicado, porque, se saísse à noite, no dia seguinte estava mal da voz, por causa do fumo do tabaco, e como eu preferia estar bem da voz, evitava esses locais. De vez em quando, gosto de ouvir música ao vivo, ou assistir a pequenos concertos. A multidão nos grandes concertos apavora-me um pouco, devido a uma má experiência numa primeira fila dum concerto. Foi um incidente com uma amiga minha, que tinha problemas de coração, e que, ao ser provocada por outra pessoa que lá estava, desmaiou antes mesmo do espectáculo começar… Nós nem vimos o concerto, apenas saímos da confusão e passámos o resto do tempo a chorar, enfim… Foi num concerto dos Milénio, quando estava no 7º ano (risos). Portanto, concertos sim, mas longe da confusão, tenho de ter espaço, fico apavorada se olho à volta e vejo uma grande multidão. Mesmo assim, ainda me aventuro em Albufeira, no dia da cidade, com milhares de pessoas.

  • Como surgiu a hipótese de participar na OT?

Filipa- Gostei da primeira OT, mas, como não tinha idade, não pude participar. Já conhecia alguns concorrentes, o que me fez ver o programa com alguma assiduidade. Digamos que, na altura, eu já cantava com alguma frequência, mas, apesar disso, continuava a não ambicionar uma carreira. Na altura da segunda edição da OT, eu tinha acabado de fazer os 18 anos e inscrevi-me. Tinha acabado o 12º ano e lembro-me de os meus pais me terem incentivado, quando eu estava à espera do contrário, pois era uma fase de transição, de ida para a Universidade. Entrei para a Escola de Hotelaria e Turismo e lembro-me de que até faltei aos dois primeiros dias de aulas, porque estava no casting final. Gostei tanto da vivência entre os candidatos, que eu sempre disse que, apesar da desilusão (chegar aos 30 e ser uma dos 10 a ir para casa…), eu voltaria a concorrer, nem que fosse apenas pela experiência. E, de facto, os castings da OT3 foram muito mais demorados, muito mais intensos e, quando chegámos perto do final, já todos tínhamos uma ligação, falávamos na net, e foi muito complicado. No dia em que soubemos o resultado, ninguém foi para o hotel festejar. Ficámos juntos com alguns que não entraram e nem tocámos no assunto. Estávamos felizes por nós, mas, ao mesmo tempo, compreendíamos a dor que eles sentiam… Eu sabia o que era! Eu voltei a concorrer… Acho que quando te acontece uma coisa má, ou que não corre como querias, é porque, provavelmente, não é a altura certa, ou não é o melhor para ti naquele momento… E eu acho que agora sim, foi a altura certa para entrar, não há 4 anos!

  • Agora que já passou algum tempo, que balanço fazes dessa experiência?

Filipa- Adorei a experiência, não tem explicação possível a convivência com 15 pessoas que partilham o mesmo sonho! Já para não falar de, para além do sonho, partilhar também um apartamento com duas casas de banho (risos)… É claro que as coisas nunca correm como nós queremos, trata-se de televisão e há muita coisa neste meio. Eu não entrei com grandes expectativas, o meu objectivo era entrar, dar mais um passo e, a partir daí, claro que quanto mais tempo ficasse, melhor! Adorei a experiência, mas saí um pouco frustrada por nunca ter tido a hipótese de mostrar aquilo de que sou capaz, por ter tido sempre um estilo de música mais intimista, por nunca ter tido uma música mexida com coreografia. Já para não falar de que a imagem que passou cá para fora não corresponde bem à realidade… Eu não sou a menina caladinha e tímida que dava a entender.

  • Quais os melhores momentos que destacas dessa participação?

Filipa- O momento em que soube que entrava… A primeira subida ao palco, aquela adrenalina a correr nas veias, as pessoas a gritar por nós… foi mágico! Sem palavras… até me arrepiei ao relembrar (risos)! Outro momento foi ver o diário em que leram a minha mensagem e me mandaram um beijinho… também tocou… E, claro, a despedida, vem sempre uma lágrima quando revejo, principalmente a parte do Ricardo… Cantei tão mal, quer dizer, aquilo nem foi cantar (risos)!

  • Qual a música que mais gostaste de cantar e qual a que gostarias de ter cantado?

Filipa- A que mais gostei foi o Fado do Encontro. Também gostei da oportunidade de estar lado a lado com o Paulo Gonzo, embora tenha sido complicado cantar no tom dele. Quanto à música que gostava de cantar, não sei, há muitas músicas que gosto, mas esperava desafios maiores…

  • Como lidaste com a pressão?

Filipa- Por acaso, nunca pensei aguentar aquela pressão tão “bem”. Na escola, acho que chorei para aí umas três vezes e surpreendi-me imenso. Na última semana, emocionei-me quando soube que ia cantar “All I ask of you”, não sei bem porquê, e andei o resto da semana a chorar, porque não conseguia cantar como queria. Depois, na aula do professor Rui, a última, ele começou com o discurso de boa sorte aos nomeados, etc., e eu tinha aquele feeling de que poderia ser mesmo a última vez em que estava a viver aquilo tudo, foi como se me estivesse a despedir… Quando alguém estava em baixo, ou nomeado, nós dávamos todos um abraço, a que chamávamos de “croassaint de chocolate”- essas pessoas ficavam no meio e os outros enrolavam à volta! No dia antes da final, em que fomos ensaiar à escola, eu também me emocionei muito ao ver todas as salas por uma última vez… a relembrar tudo o que lá vivi naqueles tempos… Enfim, muitas saudades!

  • Há uma opinião geral de que a tua saída do programa foi prematura. O que sentiste naquele momento?

Filipa- Eu não achei que tivesse um argumento válido para a nomeação, mas o júri é que decidia. E, depois, quanto à saída, como já referi, eu nunca mostrei o que valia lá dentro. No entanto, sabia que aquilo era um concurso e que havia muitos outros aspectos em jogo. Uma vez que não entrei com grandes expectativas, também nunca tive a ilusão de que ficaria muito tempo na escola. É claro que há sempre aquela pontinha de esperança. Eu sei aquilo de que sou capaz e esse é o ponto de partida para construirmos algo nosso. Aquilo foi apenas um concurso.

  • Depois da OT, passaste a ficar conhecida pelo grande público. Como é que tens lidado com isso?

Filipa- Normalmente, no Algarve poucos são os que me reconhecem. Uma das coisas que mais me assustavam era a possível invasão da minha privacidade e, felizmente, isso não aconteceu, continuo a fazer o que fazia antes. Claro que agora temos sempre a preocupação de nos comportarmos minimamente bem, não vá alguém nos reconhecer (risos). Talvez as pessoas não me reconheçam, porque eu ficava realmente diferente nas galas e muita gente não via os diários e, para além disso, toda a gente me acha muito mais magra. Ou seja, a televisão, para além de me dar mais uns centímetros de altura, também me dava uns quilinhos. Mas é bom, porque, apesar de eu estar igual (ligeiramente mais magra, mas nada de especial), toda a gente acha que eu emagreci muito (risos)!

  • Assusta-te a fama?

Filipa- Um pouco. Vai de encontro ao que falei na questão anterior. É apenas pelo facto de perdermos a nossa privacidade.

  • Durante o programa mostraste ser muito solidária com os colegas e sempre com um sorriso para oferecer. Como te descreves como pessoa?

Filipa- Eu gosto muito de estar em contacto com as pessoas, acho que se assim não fosse, não conseguiria pisar um palco, e tenho necessidade de saber que tenho o apoio de outras pessoas para poder seguir em frente com toda a tranquilidade. Tenho de me sentir prestável para dar o meu máximo.

  • Ficas nervosa antes das actuações?

Filipa- É muito, muito raro. O nervosismo descontrola-me e, felizmente, é raro. Confesso que, nas últimas três galas da OT, começou a pesar, nomeadamente quando ouvia o júri falar, que era sempre um momento terrível em todas as galas, mas isso não tem a ver com cantar.

  • Qual a sensação de estar em palco a cantar e sentir que o público interage contigo?

Filipa- Inexplicável, mágico, completa-nos! Estou-me a lembrar a partir da 3ª gala, em que as pessoas gritavam pelo meu nome e eu não conhecia ninguém! E todos tentavam tocar-nos… era engraçado (risos).

  • Tens a noção de que és actualmente uma figura muito querida no Algarve e recentemente foste alvo duma homenagem por parte da Câmara Municipal de Albufeira. Que significado isso teve para ti?

Filipa- Foi o reconhecimento de um trabalho do qual eles têm grande “culpa”, pois o município de Albufeira sempre apostou muito nos artistas da terra! É claro que fiquei contente, mas discordo um pouco do termo “homenagem”. Penso que ainda é cedo para isso… Espero daqui a muitos, muitos anos voltar a ter outra, como reconhecimento de uma grande carreira.

  • Os Al-Mouraria são um grupo de fado de reconhecida qualidade. Que importância teve no teu percurso musical fazeres parte desse grupo?

Filipa- Eu juntei-me ao grupo, quando este tinha cerca de 1 ano, talvez nem tanto. Com o tempo, o grupo foi ganhando mais elementos e eu, tal como eles, fui também ganhando mais experiência. É um grupo que, no início, eu não acreditava que pudesse chegar muito longe- no Algarve é mais complicado, ainda para mais na área do fado e a tentar trazer algo de novo a este estilo, inovações essas que muitos ainda se recusam a aceitar-, mas, aos poucos e poucos, temos conseguido conquistar o nosso espaço e penso que estamos no bom caminho… Daqui a uns meses vão ter uma surpresa nossa!

  • Um novo CD?

Filipa- Sim, mas a surpresa é ainda maior! (risos)

  • Não vale a pena tentarmos adivinhar, não é?

Filipa- Não vale mesmo. Eu só vou falar quando tiver o trabalho na mão!

  • Sabemos que experimentaste o fado por brincadeira e que, desde então, nunca mais o paraste de cantar. O que é para ti cantar um tipo de música que está profundamente ligado ao sentir do povo português?

Filipa- Gosto muito de cantar fado, porque, acima de tudo, é a preservação da identidade do nosso povo!

  • Que fadistas mais admiras hoje em dia?

Filipa- Gosto muito da Ana Moura… das músicas dela, destacaria “Aconteceu”, que é, sem dúvida, linda! Mas aqui põe-se a questão dos ídolos, são vozes e estilos de cantar que aprecio, este é só um exemplo. Também admiro a Mariza, foi ela que revolucionou esta nova onda do fado. Penso que é uma das principais responsáveis por esta nova aproximação dos mais jovens ao fado.

  • Tiveste há pouco tempo a oportunidade de cantar pela primeira vez com o Ricardo, realizando um sonho antigo. Como correu o concerto?

Filipa- Foi uma satisfação enorme cantar com o Ricardo! Há sempre coisas que podemos melhorar, nunca ficamos satisfeitos a 100%, mas considero que correu muito bem.

  • Nesse espectáculo, em Alenquer, cantaste “Ao sabor dos sonhos”, cuja letra é da tua autoria. Gostas de escrever letras para músicas?

Filipa- Sim, mas sou muito perfeccionista, por isso, raramente escrevo (risos). Normalmente, escrevo quando tenho de fazer uma música.

  • Onde vais buscar a inspiração?

Filipa- Não sei… mas os dias de sol no Inverno, a passear à beira mar, acalmam-me…

  • Aprendeste também piano no Conservatório. Ainda costumas tocar?

Filipa- Pouco… os dedos “enferrujaram” e já não são o que eram. É preciso muito treino para voltar ao que era, mas, de vez em quando, vou treinando.

  • Quais as maiores dificuldades que uma jovem como tu encontra para singrar no mundo da música?

Filipa- Há muitas dificuldades… Por exemplo, lá fora, os concorrentes deste tipo de programas são lançados e temos inúmeros exemplos de sucesso internacional! E, em Portugal, são muito poucos os que têm a sorte de ser alguém a nível nacional… É também complicado, porque, hoje em dia, qualquer pessoa pode gravar um CD. O difícil é conseguir uma editora que nos consiga levar “lá acima”!

  • Difícil não é lá chegar, é manter…

Filipa- Sim, também temos muitos casos em que hoje são tudo e amanhã não são nada…

  • Como tens lidado com essas dificuldades?

Filipa- Eu não pretendo gravar um CD em cima do joelho. Quando o fizer, quero que seja uma coisa pensada, com hipóteses de chegar um pouco mais além. Penso que, muitas vezes, as pessoas gravam por gravar, porque vêem na oportunidade de gravar um mundo de espectáculo com muita fama, mas, infelizmente, as coisas não são assim…

  • Que opinião tens sobre a qualidade da música que se faz hoje em Portugal?

Filipa- Felizmente, começam a surgir projectos muito interessantes!

  • Quais os planos para o futuro? Que estilos musicais gostavas de cantar?

Filipa- Ainda não decidi. De momento, preciso de cantar vários estilos para me sentir completa. Acho que independentemente do estilo que venha a escolher, vou ter que fazer sempre algo diferente para “matar o bichinho”. Estou receptiva a novos projectos.

  • Ao longo deste tempo tens sentido o apoio de muitos fãs um pouco por todo o país. Queres deixar uma mensagem para eles?

Filipa- Um muito obrigada por todo o apoio, por todo o carinho! São sempre uma motivação, cada mensagem dá-nos um pouquinho mais de força para seguir em frente!

  • O que achas deste site?

Filipa- Sem palavras, obrigada, Sofia e Sky (e M@res), por todo o tempo dispensado nesta surpresa tão agradável, por toda a dedicação em manter este cantinho sempre actualizado!

  • Perguntas de resposta rápida
  • Um filme?

“O Poder dos Sentidos” (“Dragonfly”).

  • Um livro?

Não leio muito, mas o último que li, gostei muito: “Marley & Eu”.

  • Uma música?

Nesta fase da minha vida: “First day of my life”.

  • Uma cor?

Azul.

  • Um clube?

Clube de Fãs da Filipa Sousa, ainda não está criado, mas conto com vocês (risos)!

  • Um prato?

Vários! Ervilhas com ovos; “massa maluca” (um prato da minha mãe que o meu irmão baptizou).

  • Uma bebida?

7up com groselha; com álcool: o cocktail Grasshopper.

  • Um site?

O nosso!

  • Desportos que praticas?

Dança e Pilates. Deixam-me toda partida! (risos)

  • Uma superstição?

Tento não criar superstições.

  • Uma viagem de sonho?

Um país com uma cultura muito diferente da nossa, por exemplo, a Tailândia.

  • O maior desejo?

Ser feliz…

  • O maior medo?

Perder os que me são mais próximos.

  • Um defeito?

Teimosa.

  • Uma virtude?

Simpática.

  • Um amor?

A música.

  • Um ódio?

Não tenho.

  • O que mudavas no mundo?

Muita coisa…

  • Uma saudade?

Saudades dos meus tempos de estudante e saudades da OT…

  • Um prazer?

Comer gomas e chocolate!

  • Personalidade que convidarias para jantar?

Eu não convidaria… esperaria por ser convidada (risos)!

  • Um lema de vida?

Vive ao sabor dos sonhos…

  • A música numa só frase?

Uma forma de magia que dá sentido à minha vida!

Gostaríamos, por fim, de agradecer à Filipa por ter demonstrado disponibilidade para a realização desta entrevista e pelos bons momentos passados no decorrer da mesma.

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